Histórico

>Associação dos Portadores de Deficiência Mental, criada na esperança de mudar a perspectiva de vida de jovens e adultos com deficiência intelectual, nasce em 09 de Maio de 1992, com a seguinte trajetória:

  • Em 1992, nasce a APDM com apenas 8 alunos localizada à Rua: Oswaldo Cochrane, nº 42;

  • Em 1996, pensou-se em criar um núcleo responsável pelos atendimentos técnicos especializados, surgindo o NAPNE - Núcleo de Atendimento a Pessoas com Necessidades Especiais – sigla como ficou comumente conhecida a Instituição;

  • Em 1998, recebemos a doação de nossa Sede Própria situada a Rua Júlio Conceição, nº 53 – Inaugurada em 09 de Maio do mesmo ano;

  • Em 1999, foi possível legalizar o atendimento pedagógico, nasce a Escola de Educação Especial “Senador Feijó”;

  • Visando estimular o desenvolvimento global das potencialidades dos alunos (intelectual, físico, social e emocional), buscar um aprimoramento na qualidade dos atendimentos, cria-se em 2000 o Projeto Vidas Especiais;

  • Em 2003 graças a um projeto aprovado pela Petrobras através da RPBC – é inaugurada a Lanchonete Vidas Especiais, uma lanchonete – escola, que além de nosso primeiro veículo de captação de recursos, trouxe a possibilidade de preparação de nossos atendidos para a inclusão no mundo do trabalho de forma real;

  • Em 2006, com apoio da Petrobras, conseguimos a reforma e ampliação do prédio, que atualmente centraliza todas as ações do NAPNE.

  • Em 2009, é construído o 3º pavimento onde se realizam as atividades de recreação, envolvendo jogos de mesa e um espaço para reuniões;

  • Em 2012, é construído e inaugurado o Ginásio Poliesportivo “Acácio Chagas do Amaral”, para desenvolver e executar as atividades esportivas e de lazer;

  • Em 2015, é inaugurado o Auditório e a Residência Escola para execução de atividades práticas e diárias, de uma maneira prática e funcional;

Devido a toda essa trajetória de sucesso hoje, o NAPNE atende 140 alunos e dentro do Projeto executado pelo Núcleo de Inserção ao Mundo do Trabalho, 24 alunos foram inseridos no mundo do trabalho com seus direitos garantidos, exercitando assim sua cidadania.